
Hoje vou chatear os anti-americanos! Também não é preciso muito para os pôr em órbita, basta sussurrar-lhes o nome do actual presidente e é vê-los em brasa, a espumar e a trepar pelas paredes acima, de cabeça perdida, completamente descontrolados.
Mais ou menos como eu estou com os resultados do meu FCP, que agora deu para andar armado em empata, o que me obriga a aturar umas estupidamente grandes doses de gozo por parte dos meus amigos lampiões que até já se dão ao luxo de dizer que, este ano, vão ganhar não sei bem o quê. Como eles pensam que são muitos, não sei quantos milhões, é quase um delírio colectivo que nos ameaça. Felizmente que a azia tem obrigado os lagartos a ficar em casa, de repouso, porque senão eu só podia sair à rua disfarçado, de burca enfiada pela cabeça abaixo. Viver na capital e ser dragão é obra quando a coisa nos corre mal. Felizmente é raro, mas quando acontece, nem vos digo nem vos conto, é preciso ter cá um jogo de cintura…!
Pertenço, já perceberam, ao reduzido bando de idiotas mentais – a última vez que contei éramos doze – que acumula ser dragão com ser pró-americano. Combinação mais desmiolada do que esta, de momento não me ocorre e duvido que seja fácil de encontrar. Pelo menos neste velho continente cheio de história e que se chama Europa.
Vejam bem que eu até acho que o nosso mundo ocidental, o nosso mundo de conforto e paz, deveria agradecer, e muito, aos soldados americanos, incluindo os que agora estão a dar o coiro no Iraque. Isto é mesmo doentio não é? Depois, quando fizer algum acto ainda mais tresloucado, não digam que não tinha dado pistas suficientes para que me internassem a tempo.
Sei que estou só neste sentimento mas eu sinto enormes saudades de ouvir reportagens sobre o que se passa no Iraque, de ver repórteres ocidentais, de colete e capacete, a cascar nos gringos. Se calhar muita boa gente ainda nem se apercebeu do manto de silêncio que, desde há uns meses, se abateu sobre o que (de mau) acontece naquela perturbada zona do mundo. Longínquos vão os tempos de monopólio que o tema tinha na informação publicada; agora ninguém me diz nada sobre as maldades que, os meus amigos do novo mundo, por lá fazem, sobre as torturas, sobre a guerra civil, sobre a falta de segurança, sobre as impossíveis reconciliação e reconstrução daquele país. Nada!
Novo mundo, sem séculos de história, que ainda se rege por uma constituição que foi escrita há quase duzentos e cinquenta anos e a quem tantos querem – e podem! – dar lições de liberdade, desde os antigos países do leste europeu, que viveram em ditadura até há….hummm....vinte anos, até Portugal, Espanha e Grécia que têm uma longa tradição democrata de…vejamos…trinta anos, à França e à Alemanha cujas constituições têm (pouco) mais de sessenta anos ou à Bélgica (que por acaso nem sei se, hoje, ainda é um país).
Como já disse, só mesmo um desmiolado que acredita em dragões é que pode escrever tanto disparate em abono daquele bando de bebés grandes!
Mais ou menos como eu estou com os resultados do meu FCP, que agora deu para andar armado em empata, o que me obriga a aturar umas estupidamente grandes doses de gozo por parte dos meus amigos lampiões que até já se dão ao luxo de dizer que, este ano, vão ganhar não sei bem o quê. Como eles pensam que são muitos, não sei quantos milhões, é quase um delírio colectivo que nos ameaça. Felizmente que a azia tem obrigado os lagartos a ficar em casa, de repouso, porque senão eu só podia sair à rua disfarçado, de burca enfiada pela cabeça abaixo. Viver na capital e ser dragão é obra quando a coisa nos corre mal. Felizmente é raro, mas quando acontece, nem vos digo nem vos conto, é preciso ter cá um jogo de cintura…!
Pertenço, já perceberam, ao reduzido bando de idiotas mentais – a última vez que contei éramos doze – que acumula ser dragão com ser pró-americano. Combinação mais desmiolada do que esta, de momento não me ocorre e duvido que seja fácil de encontrar. Pelo menos neste velho continente cheio de história e que se chama Europa.
Vejam bem que eu até acho que o nosso mundo ocidental, o nosso mundo de conforto e paz, deveria agradecer, e muito, aos soldados americanos, incluindo os que agora estão a dar o coiro no Iraque. Isto é mesmo doentio não é? Depois, quando fizer algum acto ainda mais tresloucado, não digam que não tinha dado pistas suficientes para que me internassem a tempo.
Sei que estou só neste sentimento mas eu sinto enormes saudades de ouvir reportagens sobre o que se passa no Iraque, de ver repórteres ocidentais, de colete e capacete, a cascar nos gringos. Se calhar muita boa gente ainda nem se apercebeu do manto de silêncio que, desde há uns meses, se abateu sobre o que (de mau) acontece naquela perturbada zona do mundo. Longínquos vão os tempos de monopólio que o tema tinha na informação publicada; agora ninguém me diz nada sobre as maldades que, os meus amigos do novo mundo, por lá fazem, sobre as torturas, sobre a guerra civil, sobre a falta de segurança, sobre as impossíveis reconciliação e reconstrução daquele país. Nada!
Novo mundo, sem séculos de história, que ainda se rege por uma constituição que foi escrita há quase duzentos e cinquenta anos e a quem tantos querem – e podem! – dar lições de liberdade, desde os antigos países do leste europeu, que viveram em ditadura até há….hummm....vinte anos, até Portugal, Espanha e Grécia que têm uma longa tradição democrata de…vejamos…trinta anos, à França e à Alemanha cujas constituições têm (pouco) mais de sessenta anos ou à Bélgica (que por acaso nem sei se, hoje, ainda é um país).
Como já disse, só mesmo um desmiolado que acredita em dragões é que pode escrever tanto disparate em abono daquele bando de bebés grandes!
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